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Como funcionam as franquias? Entenda o processo!


Tire todas as suas dúvidas relacionadas a como funciona uma franquia. Acompanhe-nos e fique por dentro deste assunto.

Entenda como de fato, funciona uma franquia!

Conforme temos dito com bastante frequência aqui neste blog as franquias são, talvez, hoje, um dos melhores investimentos que uma pessoa pode fazer, para começar a empreender no mercado. Já apresentamos, inclusive, dados, que comprovam o crescimento deste sistema, mesmo diante de uma cenário de incertezas, que é o que nos encontramos atualmente. 

Trata-se de um modelo de negócios que se democratizou bastante, com o passar dos anos, e que conta com organizações atuantes nos mais distinto segmentos, que vão desde o ramo da alimentação, como é o caso das franquias do Grupo QG, até as empresas de prestação de serviços. 

Sem dúvidas estamos falando de uma modalidade, que têm o poder de trazer uma infinidade de benefícios às pessoas que nela investem. Entretanto, é fundamental que, antes de dar início à compra de uma franquia, você procure entender como este modelo de negócios funciona, quais são suas principais características e, principalmente, quais são seus direitos e deveres enquanto franqueado e também os do franqueador.

Com o objetivo de te ajudar neste processo, o artigo de hoje vai ser totalmente dedicado a este tema e a tirar todas as suas dúvidas relacionadas a como funciona uma franquia. Acompanhe-nos e fique por dentro deste assunto. 

Como funciona uma franquia?

Quando falamos em franquia, estamos nos referindo a um sistema em que empresas colocam suas marcas, bem como sua estrutura, à disposição de empreendedores e empresários, que tenham o interesse em desenvolver a atividade que a franquia desenvolve em sua cidade ou região. 

Para isso, ou seja, para ter o direito de operar utilizando a marca de uma empresa já estabelecida no mercado, as chamadas franqueadoras, é preciso que o empresário interessado pague um valor específico para a aquisição da operação e também arque com uma mensalidade, que dependerá do faturamento que ele vai obter a partir da sua unidade franqueada.

Estes valores, tanto de direito de uso, quanto de percentual sobre o faturamento, são determinados em contrato, assim como os deveres e direitos de franqueados e franqueadores. 

Algo que precisa ser enfatizado quando o assunto são as franquias, é que nem todos os franqueadores cobram taxas ou um percentual sobre o faturamento mensal. Sendo assim, é de fundamental importância que o franqueado pesquise e leia com bastante atenção a Circular de Oferta de Franquia – COF, que trata exatamente das especificações relacionadas a todos os fatores, que dizem respeito a este modelo de negócios. 

A seguir, vamos apresentar mais informações sobre o funcionamento de uma franquia.

Com uma franquia eu me torno meu próprio chefe?

Esta, talvez, seja uma das principais dúvidas que passam pela cabeça de quem tem interesse por investir no sistema de franquias. O que podemos dizer é que, com certeza, você terá uma liberdade maior ao se tornar franqueado, principalmente no que diz respeito à horários a cumprir, bem como a retornos financeiros. Porém, você ainda não se torna completamente independente. 

Isso porque, de acordo com o contrato de aquisição da franquia, você sempre terá uma ligação com a franqueadora, devendo responder a esta e cumprir com suas orientações, com o objetivo de garantir que se mantenha o padrão de qualidade dentro do negócio. 

Além disso, se você se tornar um franqueado, você não terá a possibilidade e nem a autonomia para realizar nenhum tipo de modificação, seja em produtos ou serviços relacionados à marca franqueadora, pois, caso o faça, estará sujeito ao pagamento de multas previstas em contrato. 

Taxas para a aquisição de uma franquia

Quando o assunto é o funcionamento de uma franquia, é preciso estar ciente de que existem determinadas taxas a serem pagas pelo franqueado ao franqueador. Isso porque o processo de aquisição deste modelo de negócios se dá a partir a relação que é estabelecida entre ambos, sendo esta, completamente embasada no contrato, que vão firmar para definir os direitos e obrigações dos dois lados, bem como estas taxas. 

Assim, a primeira taxa a ser paga pelo franqueado é a de aquisição da marca, que ocorre apenas uma vez e varia, de acordo com o valor determinado pelo franqueador. Dentro dela estão inclusos os custos com estrutura do espaço físico onde a unidade será estabelecida, aquisição de equipamentos e estoque, treinamento de colaboradores e gestores, entre outros gastos. 

Fora este gasto inicial, o franqueado também precisará desembolsar quantias para custear a abertura e manutenção da unidade que está sob sua responsabilidade, e que ao contemplam o valor que ele pagou pela aquisição da marca. Entre estes gastos estão o aluguel, energia, água, internet, telefone, tributos, folha de pagamento, pró-labore, e outros. 

Geralmente, o que grande parte de franqueados e franqueadores praticam no mercado é o estabelecimento de um contrato de até 10 anos de duração, no que se refere à aquisição da marca. Dentro deste período, a obrigação que o empresário franqueado tem é de repassar à empresa franqueadora um valor mensal, por ela estipulado, que vai contemplar os custos com royalties, publicidade, fornecimento de suprimentos, e assim por diante. 

Cláusulas restritivas

As cláusulas restritivas são deveres do franqueados, que estão regidos em contrato, que os obriga a manter sob sigilo os sistema operacionais da marca, seus produtos e serviços, bem como a metodologia adotada por ela. 

Estas cláusulas são essenciais na relação franquia e franqueado, porque, através delas, evita-se que informações importantes e particulares da empresa sejam vazadas para seus concorrentes. Caso esta situação venha a ocorrer, ou seja, o franqueado as descumpra, ele será submetido ao pagamento também de uma multa.  

Outro ponto que as cláusulas restritivas impedem, caso seja uma exigência do franqueador, é que seus franqueados adquiram outra franquia, que atue no mesmo ramo de atividade que a sua, enquanto o contrato está em vigência, ou até mesmo  um período após o seu término. 

Geralmente, as empresas que costumam recorrer às cláusulas restritivas são as franquias de grande porte e internacionais, para que, dessa maneira, elas possam se resguardar e garantir que suas informações mais importantes sejam mantidas em segredo. 

Enquanto franqueado, posso escolher o ponto vou montar o meu negócio?

Depende da situação. Quando falamos em franquias de grande porte, a maioria têm a política de elas mesmas determinarem onde o franqueado montará o estabelecimento em que vai atuar. Para isso, elas fazem um estudo sobre o potencial da cidade, se ela tem capacidade para gerar bons rendimentos, quais riscos representa para a marca, quem são os concorrentes locais, entre diversos outros aspectos. 

Tudo isso porque ela entende a importância de se escolher bem o local onde a unidade irá funcionar. Por esta razão é que ela faz um estudo tao criterioso, pois, caso encontre algo que possa prejudicar os negócios, de uma forma geral, ela não concede o pedido de abertura para o franqueado. 

É também em decorrência deste fator que as franquias de grande porte cobram um valor maior dos empresários interessados, porque precisam enviar especialistas até a o local, para que estes estudem a região e analisem se é possível montar um negócio ali ou não. 

Agora, quando o assunto são as franquias menores, ou seja, aquelas consideradas mais baratas, elas oferecem uma flexibilidade maior a seus franqueados, permitindo-lhes escolher o lugar onde pretendem atuar. Para isso, é preciso, apenas, que eles respeitem tudo o que está regido em contrato, bem como os padrões estabelecidos pela franqueadora. 

O que é responsabilidade de quem?

Até aqui, vimos os principais pontos relacionados ao funcionamento de uma franquia. Agora, vamos entender, dentro deste contexto, quais as responsabilidades dos franqueadores e quais as dos franqueados. 

Políticas e normas

Neste quesito, quem mais atua é realmente o franqueador, uma vez que é de sua responsabilidade determinar padrões, normas, processos e regras gerais da rede e para o pleno funcionamento do negócio em si. Ao definir todos estes pontos, o seu objetivo então, se torna verificar se a unidade está operando de maneira uniforme e de acordo com os padrões pré-determinados. 

Para que isso aconteça, ou seja, para que o franqueado tenha condições de operar de forma satisfatória, é preciso que o franqueador lhe ofereça suporte constante e adequado, que vai contribuir para que se alcance o sucesso a partir das ações executadas. 

Do lado do franqueado, neste ponto, fica a cargo dele colocar em prática e levar em consideração todas estas políticas e normas ao realizar as ações operacionais dentro da franquia que está sob sua responsabilidade. 

Limites dentro dos vínculos da franquia

Por mais que, ao firmar um contrato de cessão da marca, ou seja, de permissão de abertura de uma franquia, se estabeleça uma relação de codependência, as duas partes envolvidas neste processo precisam encontrar o seu próprio caminho e atuar, cada uma, com a liberdade que lhe é concedida. 

Isso quer dizer que é preciso determinar um limite de vínculo dentro da franquia, para que assim haja uma independência maior de ambas as partes, uma vez que a franqueadora nem sempre terá condições de inspecionar cada detalhe ou cada uma das ações da franqueada. 

Neste sentido, há a permissão para que cada um dos lados, mesmo tendo um contrato formalizando a relação, trabalhem com certa independência, responsabilizando-se, caso seja necessário, por seus atos, direitos e deveres. 

Direitos trabalhistas

Falando agora sobre uma responsabilidade do franqueado, por ter a liberdade de escolher as pessoas com quem vai trabalhar, bem como de montar o time ideal, para operacionalizar as ações de sua unidade, fica a cargo dele lidar com as questões de direitos trabalhistas, que envolvem seus funcionários. 

Isso quer dizer que o franqueador não tem absolutamente nenhuma responsabilidade ou participação neste quesito. Sendo assim, caso, no futuro, venha a ocorrer alguma espécie de problema com relação a direitos trabalhistas dentro de uma unidade da rede, quem precisará lidar com esta situação, será exclusivamente o franqueado. 

Diante disso, se faz realmente importante, respeitar todas as cláusulas determinadas no contrato estabelecido dentro da franquia, uma vez que isso vai garantir que o franqueador se isente e o franqueado fique responsável por resolver os problemas de cunho trabalhista. 

No caso do contrário acontecer, ou seja, do franqueador ultrapassar seus limites, sendo comprovado que ele atuou de forma participativa, tanto na gestão da unidade, quanto nos contratos de trabalho dos colaboradores desta, a franquia passa a perder esta característica e começa a ser vista como um grupo econômico. 

Assim, quando esta configuração é estabelecida, franqueados e franqueadores passam a responder por processos e débitos trabalhistas que a eles forem direcionados. 

Marketing 

Aqui, ambas as partes têm responsabilidade e atuação. Do lado do franqueador, a sua função é realizar a divulgação da marca de uma maneira mais geral, incentivando, assim, o consumidor a procurar a unidade mais próxima dele, para adquirir produtos ou serviços da empresa. 

A partir disso, o franqueado acaba sendo beneficiado, o que faz com que algumas empresas tenham um fundo cooperativo de marketing, pago pelos franqueados, para custear essas ações macro. 

Agora, do lado do franqueado, ele também tem liberdade para realizar um investimento, que divulgue a unidade da rede que está sob sua responsabilidade. Para isso, é preciso que ele siga as orientações e processos previamente definidos pela franqueadora, devendo os procedimentos de venda serem realizados, da maneira a comercializar apenas os produtos ou serviços autorizados também pela franquia. 

A forma como uma franquia funciona tem diversas nuances e detalhes, que precisam ser analisados e devidamente observados, para que assim, tanto franqueado, quanto franqueador alcancem o sucesso que almejam, através desta grande empreitada. 

Sendo assim, estudar cada um desses processos, em como as particularidades que envolvem a franquia de seu interesse, é de fundamental importância, para que você se torne um empreendedor bem-sucedido, no mercado em que escolher atuar. 

Caso suas dúvidas tenham sido sanadas com este conteúdo e você queira investir em uma franquia, que vai lhe garantir um bom retorno, entre em contato com a nossa equipe e saiba como funcionam as franquias do Grupo QG!

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