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Qual a função do franqueador em uma franquia?


A função que o franqueador exerce dentro de uma franquia, bem como da relação de parceria que ele e o franqueado devem estabelecer, para que assim, seja possível que ambos obtenham bons retornos e resultados positivos, através de seus negócios.

Qual a função do franqueador?

Para entender primeiramente qual o papel do franqueado, precisamos saber que o mercado de franquias é um dos que mais cresce em nosso país e traz bons retornos a quem opta por investir neste tipo de modelo de negócio. Isso porque trata-se de um sistema com estratégias já testadas e colocadas à prova, que oferece resultados bem acima da média, se comparado com outros estilos de empresas, e que, mesmo em um cenário de crise, consegue se sobressair e ter bons índices, inclusive de faturamento. 

Mas mesmo diante de um contexto tão animador, antes de investir em uma franquia, é preciso, primeiramente, tomar certos tipos de cuidados e entender, com profundidade, de que maneira este modelo de negócio se configura, como ele funciona, e, principalmente, quais as responsabilidades, obrigações e direitos, tanto do franqueado, quanto do franqueador de uma forma geral. 

Por esta razão, no artigo de hoje, vamos falar, especificamente, sobre a função que o franqueador exerce dentro de uma franquia, bem como da relação de parceria que ele e o franqueado devem estabelecer, para que assim, seja possível que ambos obtenham bons retornos e resultados positivos, através de seus negócios. 

Venha conosco na leitura deste post e fique por dentro de tudo o que envolve este tema. 

O que é um franqueador?

Basicamente, quando nos referimos à figura do franqueador, estamos falando do empresário, que tem especialização em determinada área, e, através de sua empresa, possui os direitos sobre uma marca registrada e já atuante no mercado. 

De acordo com a Associação Brasileira de Franchising – ABF, o franqueador ou franqueadores podem ser definidos como: “Pessoas jurídicas que estão organizadas para distribuir ou que distribuam seus produtos e serviços utilizando, ao menos em parte, o sistema de franquia empresarial, ou detentores de máster franquias, organizadas conforme as leis brasileiras, que tenham no país a sede de sua administração, que observam os dispositivos da lei 8955/94 (Lei de Franquias).”

Neste caso, podemos dizer então, que o franqueador é aquele que, tendo como principal objetivo a expansão de seus negócios, propõe a um investidor interessado um modelo e formato de empreendimento, em que este último irá dispor de um aporte financeiro, para ter direito de uso da marca, tecnologia, consultoria, bem como para oferecer no mercado os produtos e serviços que a empresa do franqueador oferece. 

O que é um franqueado?

Já o franqueado é o investidor que faz a aquisição de determinada franquia, adotando em sua empresa o modelo de negócio previamente estabelecido pelo franqueador, com objetivo de gerar renda e obter lucro, por meio da atuação da marca no mercado. 

Trata-se do indivíduo responsável por, basicamente, fazer o negócio acontecer, ou seja, ele fica na outra ponta deste modelo de empresa, gerenciando, operando e também implantando a franquia que adquiriu. 

Para se tornar um franqueado, é preciso que o empresário investidor obtenha a licença para a utilização da marca, tendo como principal dever, o pagamento de uma taxa de franquia, assim como de um percentual do faturamento da empresa, sob o formato de royalties, sendo este valor utilizado para reinvestimento na manutenção e continuidade da rede no mercado. 

As funções e responsabilidades do franqueador

Se você tem interesse em atuar no mercado de franquias, é importante, não só saber o que é um franqueador ou o que é um franqueado, como também compreender as funções, responsabilidades e direitos de cada um, para, no futuro, evitar que transtornos venham a acontecer. 

Continue conosco por aqui e saiba o que é de competência do franqueador.

Definir e testar o conceito da franquia

A primeira coisa que é de responsabilidade do franqueador é a definição e desenvolvimento do conceito de negócio que ele irá franquear. Feito isso, o seu principal papel vai ser o de fazer o teste, na prática, do conceito que definiu, em uma ou mais unidades, que devem ser, inicialmente, instaladas, operadas e gerenciadas por ele mesmo, acompanhado de sua equipe. 

Determinação de normas

Outra responsabilidade importante do franqueador é determinar as normas, bem como os processos, políticas e padrões que devem ser seguidos pelos franqueados, principalmente, no que diz respeito à implantar, operar e gerir as franquias que forem de sua responsabilidade. 

Recrutamento de franqueados

Após definir o conceito, bem como as normas e padrões que os franqueados deverão seguir, é hora de recrutar estes franqueados. Este processo ocorre segundo os critérios, de início, definidos pelo franqueador, ao lado da direção de sua empresa. 

Capacitação dos franqueados

Esta é uma função de extrema importância dentro de um sistema de franquias. Aqui é dever do franqueador oferecer capacitação a seus franqueados, para que eles tenham acesso a todos os conhecimentos relacionados à franquia que irão operar e, com isso, possam fazer uma operação assertiva e eficiente, aumentando, assim, suas chances de sucesso.

Oferecer assessoria qualificada

Além da capacitação, é preciso que oferecer ao franqueado uma assessoria, através de uma equipe qualificada, que terá como objetivo orientá-los e inspirá-los, para que, dessa maneira, consigam cumprir as normas e padrões, que citamos anteriormente. 

Além disso, será função dessa equipe também apoiá-los, durante a elaboração de um planejamento e implementação de ações eficazes, que serão essenciais para que se alcance o potencial pleno, bem como os resultados positivos dentro da franquia. 

Supervisionar as franquias

Para que a operação da unidade franqueada traga bons resultados, é fundamental, principalmente no início de sua implementação, que o franqueador a supervisione e monitore, no sentido de observar e garantir que as norma e padrões definidos estão e serão devidamente seguidos. 

Como dissemos, realizar esta ação é de fundamental importância, pois o que for feito em uma unidade, pode acabar causando impacto positivo ou negativa na imagem de toda a rede. Sendo assim, todo cuidado é pouco. 

Ficar atento ao mercado

Por mais que pareça óbvio, o franqueador deve ficar sempre de olho no mercado, com a intenção de coletar e transmitir conhecimentos aos seus franqueados, principalmente no que se refere às boas práticas realizadas pelas empresas concorrentes, para que, através disso, seja possível fazer diferença para estes franqueados, incentivando-os a sempre identificar as melhores oportunidades e aproveitá-las, em prol do negócio como um todo. 

Promover a integração dos franqueados

Por fim, mas não menos importante, o franqueador deve encontrar meios eficientes para colocar seus franqueadores em contato, com o intuito de que estes interajam e troquem ideias entre si, por meio de uma intranet, de encontros, convenções, entre outras formas, que tornem suas ações mais produtivas e rentáveis. 

Características de um franqueador ruim

Depois de apresentarmos a você o que são franqueadores, suas principais, responsabilidades, bem como o que são franqueados, agora vamos mostrar também o lado oposto da moeda e falar sobre as características que tornam um franqueador ruim. 

É ausente

Por ser o detentor da marca e ter total domínio sobre ela, o franqueador passa a ser visto pelo franqueado como uma espécie de mentor. No entanto, existem empresários que ocupam esta função, que simplesmente se fazem ausentes e sequer orientam os empreendedores nesta nova jornada. 

Com isso, acabam não lhe proporcionando a atenção de que ele necessita nesse momento, para ter uma performance de excelência e conquistar bons resultados.

Tanto no início, quanto durante todo o processo de gestão da unidade, o franqueador precisa se mostrar presente, pois ele sanará as dúvidas do franqueado, deixando cada vez mais seguro para atuar. 

Tem dificuldades para se comunicar

Outro ponto que confere ao franqueador uma postura negativa é o fato dele ter dificuldades para se comunicar com seus franqueados. Isso acontece, em muitos casos, em decorrência da vida atribulada de empresário que ele pode levar e que impede que haja um canal eficiente, para que o franqueado mantenha contato com a franquia, através de seu gestor maior.

É preciso que haja um acesso e uma comunicação livre entre franqueado e franqueador, pois, caso isso não aconteça, no final das contas, o que pode sair prejudicado são os negócios, já que corre-se, inclusive, o risco de se perder clientes no futuro. 

Age com total descaso

Agir com descaso é um grande erro que franqueados podem cometer. Isso porque, além de orientarem os empreendedores nos novos negócios, eles precisam também prestar-lhes o suporte necessário, após a implementação da franquia, para que, dessa forma, tenha-se consciência sobre os pontos de acerto, assim como sobre as falhas, tendo, com isso, a oportunidade de corrigi-los o mais rápido possível. 

A relação franqueado x franqueador

É importante dizer que não é só o franqueador que tem obrigações e está passível de erros. O franqueado também está sujeito a cometer estas mesmas falhas, além de muitas outras, e precisa se manter devidamente atento para evitá-las, cumprindo também com seus deveres, para que, dessa forma, seja possível construir uma relação harmônica e de parceria entre ele e o detentor da marca pois isso, com certeza, vai determinar o sucesso, não só da franquia, mas também do contato em si construído por eles. 

Trabalhar prezando sempre por esta transparência, vai evitar que falsas expectativas sejam criadas no futuro, bem como que promessas vazias sejam feitas, já que, as duas partes terão como premissa básica a comunicação honesta durante todo este processo. 

Além disso, uma boa relação entre franqueador e franqueado é também construída sobre as bases da confiança. Se um não confia no outro, não tem como o relacionamento ser promissor e gerar frutos positivos para as duas partes. 

Sendo assim, confiar na capacidade, na palavra, no poder de atuação, entre diversos outros pontos, é extremamente necessário, já que será isso que vai garantir que haja retorno sobre o que foi investido para os dois lados. 

As qualidades do serviço prestado pelo QG ao seu franqueado

Como dissemos no começo, para que uma franquia gere bons frutos, é mais do que fundamental que se estabeleça uma relação de parceria entre franqueador e franqueado, caso o contrário, as chances de que ambos saiam prejudicados deste processo são reais e significativas. 

É por sabermos de tudo isso, que, desde que nos propusemos a expandir nossos negócios, através da implementação do sistema de franquias, fizemos questão de definir um conceito, bem como normas, políticas e padrões, que dessem a cada um de nossos franqueados o suporte de que eles precisassem, não só para terem bons resultados, mas também para terem boas condições de trabalho em suas unidades. 

É por esta razão que, ao escolher trabalhar conosco, abrindo uma de nossas franquias, nossos franqueados recebem todo o apoio de que precisam, para performar com excelência e alcançar o retorno sobre o investimento que fizeram, nos prazos que lhe são passados ao início do contrato. 

Por entendermos a importância de tudo isso, ou seja, da construção de um relacionamento de colaboração e cooperação mútua, é que toda a rede QG Jeitinho Caseiro oferece a seus franqueados uma assessoria completa, com conhecimentos práticos e teóricos, repassados através de treinamentos eficientes, capazes de garantir aos novos empreendedores o que lhes for necessário para obter um futuro promissor, repleto de sucesso ao longo da jornada. 

Se você ficou interessado em conhecer mais como funciona o Grupo QG e o nosso sistema de franquias, entre em contato com a nossa equipe especializada e tire todas as suas dúvidas. 

Aproveite esta grande oportunidade e comece agora mesmo a empreender através de uma das franquias que mais crescem em nosso país!

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